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5 maneiras simples de melhorar o seu anúncio classificado

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Você pode ter um ótimo produto ou serviço, mas se você não representá-lo bem em seu anúncio, pode acabar não recebendo o retorno esperado. Com apenas um pequeno esforço, você pode aumentar o número de respostas, e obter novos clientes mais rápido do que o esperado. Aqui estão algumas dicas bem simples para melhorar o seu anúncio:

1. Tire fotos
Você sabe o clichê “Uma imagem fala mais que mil palavras”? Bem, é verdade. Nossa pesquisa nos diz que as pessoas têm duas vezes mais probabilidade de responder ao seu anúncio, se ele tem fotos. Não perca muito tempo descrevendo seu produto – tire fotos!

2. Mais é mais
Uma linha de descrição certamente não ajuda. Você não precisa escrever algo muito longo, mas lembre-se de incluir todos os detalhes importantes.

A melhor coisa a fazer seria colocar-se no lugar de seu cliente, que tipo de informação que você precisaria se fosse você procurando por esse serviço ou produto?

3. Esteja disponível
Você precisa facilitar a comunicação com o seu cliente. Forneça tanto o seu endereço de e-mail e número de telefone, para que os visitantes de nosso site possam escolher a maneira mais conveniente de te contactar.

4. Confira a concorrência
Sem ideias? Dê uma olhada em seus concorrentes e procure alguma inspiração e veja como outras pessoas estão apresentando seus produtos e serviços. Ao mesmo tempo, verifique seu preço. Se você está cobrando consideravelmente mais do que outros, espere não receber muitas respostas.

5. Compartilhe!
Redes sociais têm um grande poder de divulgação, compartilhe seu anúncio com seus amigos no Facebook e no Twitter e você tem uma grande chance de aumentar o número de visualização de seu anúncio. Além disso se outros compartilharem seu link você irá atingir uma audiência ainda maior.

Deus em primeiro lugar! Essa é a minha vida. Surfo, pratico Artes Marciais e louvo a Deus com o meu violão. No meu tempo livre, eu trabalho (Eu tenho muito tempo livre!).

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Não “push”, empurre!

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Essa semana publiquei uma foto que gerou vários comentários e despertou a curiosidade de muitos! Se você já veio a Londres ou a qualquer outra cidade ou pais onde a língua nativa seja o inglês, você já passou por isso. Não minta!

Moro em Londres há aproximadamente 11 anos, e mesmo depois de formado na faculdade e cursado o nível avançado de inglês em Londres, continuava puxando ao invés de empurrar (quase) todas as vezes que me deparava com o sinal “push” em alguma porta.

Convivendo com outros brasileiros em Londres e também com outros estrangeiros, cheguei a uma conclusão que me trouxe um alívio imenso: não era o único a pagar esse mico diariamente!

doors

Devo confessar, no entanto, que no início desse ano li um livro sobre nossa capacidade mental (The Chimp Paradox), onde o autor ensina a criar respostas automáticas para reações negativas do seu dia a dia, e eu adaptei esse ensinamento com a questão descrita nesse artigo. Minha solução: push = empurre. Criei então esse “gancho mental” que me habilitou a vencer esse obstáculo. Finalmente!!! Não parou por aqui.

Recentemente vim ao Brasil por conta de alguns compromissos pessoais e outro problema surgiu. Puxe = empurre. Não acreditei! Minha mente, depois de treinada a reagir com a ação de empurrar todas as vezes que lia a palavra “push” estava agora me levando a ter a mesma reação ao ler a palavra “puxe”.

Fico sem uma conclusão específica, mas agora, ainda estando no Brasil, procuro uma solução mais permanente e bilíngue que tome o lugar da minha solução inicial… ahaha. Estou aberto para ouvir suas ideias, sugestões e experiências pessoais sobre o assunto! Sério!!!!

Espero que minha experiência possa trazer um alívio a leitores que possivelmente tiveram a mesma experiência todas as vezes que se depararam com o sinal “push”. Espero também que tenha sido um conteúdo informativo para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de visitar Londres, mas que em breve irão. Para recapitular: push = empurre.

Boa viagem!

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Eu vou, e você?

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Galera! Quanto tempo, certo? Tenho que super honesto com você, sou um péssimo escritor. Novidade??? Ahaha.

Essa semana foi super corrida, e não tive tempo para fazer muita coisa, mas tudo por uma causa maior! Amanhã a CEIZS, igreja da qual eu sou membro, estará promovendo o evento “Family On Ice”. Creio que muitos de vocês já houviram falar nele, mas e ai? Pegou seu ingresso? É gratuito!

Ontem os ingressos se esgotaram, mas hoje (19/06/2015), os organizadores resolveram liberar mais 50 vagas (41 ainda disponíveis no momento que eu digito esse texto), mas vai acabar de novo! Então correeeeee! Ehehehe…

Amanhã será um dia muito divertido, mal posso esperar! Eu estarei lá pessoalmente e seria um prazer imenso te conhecer.

Música ao vivo, palestras sobre negócios, dicas de nutriçao (Da nossa amada Priscila que contribui com o nosso portal), patinação no gelo, atividades para crianças, idosos e muito mais! Você realmente não pode ficar de fora!

Nos vemos lá!

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Como tudo começou

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Como toda boa história, a minha vida em Londres também teve um primeiro capítulo. E assim como todo bom começo, esse não foi nada fácil. Enquanto organizava meus arquivos no computador, me deparei com o primeiro vídeo que fiz quando vim para Londres, em 2005.

É muito estranho se ver em um vídeo antigo. Mas o bacana é poder também notar o seu crescimento. Eu tinha 17 anos quando meus pais decidiram vir para Londres, larguei minha vida de surfe no Rio de Janeiro e dei início à minha carreira na cozinha de Londres. Que vidão! Nunca havia sequer arrumado a minha própria cama antes disso ( tá rindo? ) e agora tinha que lavar pratos em Londres.

Muitos acham que morar em Londres é alto luxo, quando na verdade, é ALTA RALAÇÃO! Lembro que a idéia de vir a Londres foi muito legal quando ainda morava no Rio. Afinal de contas, eu morava no mesmo AP desde os meus 2 anos de idade, e estava louco por uma mudança radical na minha vida. Londres parecia então uma ótima idéia! Mal sabia eu no que eu estava me metendo!! Ahahaha… Para deixar claro: EU AMO LONDRES… vou chegar lá!

No Rio de Janeiro, eu trabalhava desde os 12 anos montando computadores, editando vídeos e transformando fitas VHS em DVD. Meu plano era estudar Cinema e começar a produzir meus próprios filmes (sabe de nada, inocente!!). Quando cheguei em Londres, tive um choque de realidade. Transformar fitas VHS em DVD era mais barato do que um pedaço de pão e ninguém precisava desse serviço (exagerei sóóó um pouquinho!), então me ofereceram o meu primeiro emprego em Londres: lavar pratos!

Lembro que uma vez uma garçonete entrou na cozinha e, com um tom apressado, disse: “Ashtray, please!”. Eu respondi –”Yeah!”. Logo depois que ela saiu da cozinha – pois ela fez o pedido e virou as costas – eu perguntei para o meu primo “Ache o quê?????”. Rindo, ele veio até mim, pegou um cinzeiro que eu havia acabado de lavar e deu na mão dela – pois ela estava voltando naquele instante para pegar o que havia pedido. Nessa época meu inglês era resumido a: “Hello”, “Yes”, “My name is…” e o famoso “The book is on the table”. Tudo na respectiva ordem. Se a conversa começasse pelo nome, eu já me perdia! Ahahaha… nem tanto! Mas lembro que tinha muita dificuldade em me comunicar.

Hoje, 10 anos depois, já me formei na Universidade, trabalhei na Harrods – uma das lojas de departamento mais bem conceituadas do mundo – e agora sou empresário. Que mudança!

Confesso que, mesmo que o ínicio tenha sido muito difícil, hoje vejo que valeu muito a pena. Londres alargou a minha visão e me possibilitou conhecer novas culturas, comidas, pessoas e largar a minha vida de mauricinho no Brasil. Diferente de muitos que vem para Londres em busca de um futuro melhor, o meu estilo de vida mudou negativamente. Mas hoje vejo que, na verdade, foi uma mudança positiva. Aprendi até a fritar ovos! Ahahaha… Mas, falando sério, sou grato a Deus por tudo o que rolou até hoje. Se não fosse essa mudança radical, não teria nem metade das histórias para contar.

Assita acima um trecho do video que me inspirou a escrever este blog. Esse vídeo foi parte de um projeto que tive que fazer para compensar a minha saída antecipada da escola. Eu cortei a parte mais chata do video, mas mantive sem pena de mim mesmo e de todos os envolvidos, incluindo o meu irmão, as cenas mais vergonhosas possiveis. Espero que curtam e não riam muito de mim! :p

Espero que tenham gostado um pouco de “Como tudo começou”. Em breve estarei compartilhando mais histórias com vocês!

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